Chefe de cartel é preso em ação conjunta das polícias do RS, SC e MS

Ricardo Benítes Porto, conhecido como playboy, foi preso em casa. Ele, que é de Porto Alegre, estava montando uma pousada em Imbituba, em Santa Catarina, e era o responsável por negociar as drogas com facções do Rio Grande do Sul.

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Os traficantes cultivavam as próprias plantações de maconha na região de fronteira com o Paraguai.  — Foto: Reprodução/RBS TV
Os traficantes cultivavam as próprias plantações de maconha na região de fronteira com o Paraguai. — Foto: Reprodução/RBS TV

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul realizam operação contra um cartel de tráfico de drogas, na manhã desta quinta-feira (22). São cumpridos 35 mandados de prisão, onze medida cautelares e 46 mandados de buscas e apreensão nos três estados. No Rio Grande do Sul, os mandados são cumpidos em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí e Passo Fundo.

Um dos gerentes do cartel é o traficante de Porto Alegre Ricardo Benítes Porto, conhecido como playboy. Ele foi preso em casa nesta manhã. Ele estava montando uma pousada em Imbituba, em Santa Catarina, e era o responsável por negociar as drogas com facções do Rio Grande do Sul.

Durante a investigação, que durou cerca de dez meses, foram apreendidos carros, cerca de duas toneladas de maconha, armas e dinheiro.

Ricardo Benítes Porto, conhecido como playboy, foi preso em casa. — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Ricardo Benítes Porto, conhecido como playboy, foi preso em casa. — Foto: Polícia Civil/Divulgação

De acordo com a polícia, o grupo criminoso vendia drogas em grandes quantidades somente para traficantes. Os traficantes cultivavam as próprias plantações de maconha na região de fronteira com o Paraguai. Em quatro meses, a quadrilha negociou R$ 2 milhões em drogas.

Segundo os policiais, os investigados negociavam armas de uso restrito, como fuzis. O que chamou a atenção da Polícia Civil foi que um dos chefes tinha uma arma banhada a ouro.

Mais de 200 policias dos três estados participam da Operação All In nesta manhã.

Origem do nome

O nome ALL IN faz alusão a uma jogada de Poker onde se aposta todas as fichas para ganhar de todos os seus oponentes numa única rodada, sendo este o objetivo da operação policial que tem como foco desmantelar numa única ocasião toda uma organização criminosa.

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